Se conheceram na porta de uma festa. Ela tinha 17 e ele 23. Ela achava que o Betle Paul era o melhor, ele achava que os Stones Richard era o melhor. Ela gostava de dançar e ele de tv. Ela queria um carro e ele uma nova tv. Ela gostava dele e ele a amava. Ela não cozinhava e ele não roncava.
Os pais dela o adoravam, os pais dele não a suportavam. Ela queria fazer faculdade e ele dinheiro. Ela gostava de sextas-feiras e ele de domingos. Ela não bebia e ele não fumava. Ela gostava de casa e ele de apartamento. Os dois gostavam de cachorros e banco de trás do carro dela.
Ela odiava shoppings e ele amava estacionamentos. Os dois gostavam de cinema e de Almodóvar. Ela amava fones de ouvido e ele caixas de som. Ela também gostava de blues e ele queria uma guitarra.
Os dois gostavam de chuva, música em volume médio, vermelho, camas de casal e livros.
Os dois tinham sonhos e desejos. Ele trabalhava de segunda a sexta, enquanto ela fazia estágio. Ela odiava novela. Ele gostava de Mtv. Os dois amavam futebol e churrasco.
Os dois se amavam de uma maneira. Gostavam de estrelas, água, o ritmo dos pingos, fórmula 1, café, roupas brancas e fotos. Ela gostava de músicas dançantes também, já ele preferia um bob dylan. Ela amava Gene Kelly ele admirava Charles Chaplin.
Os dois gostavam das manhãs de domingos, do sol batendo em seus rostos. Gostavam de brincadeiras, amigos, jornais e verde. Ele não gostava de peixe, ela amava aqueles lanches gordurosos.
Ela tinha uma coleção de botoms e ele montou uma coleção de botons pra ela. Ela não gostava de batom, ele a amava.
Tinham quatro cachorros, um carro, um cinema favorito, o lanche preferido no mcdonald’s e tinham uma música.
Ela amava ele. Ele comprou uma Fender azul,surrada mais foi nessa Fender que ele tocou a música deles pra ela.
Ela se formou em letras e ele montou uma livraria. Os dois gostavam de olhar o rosto das pessoas na sala de cinema, de risadas na madrugada, de gripe e de beijos.
Ela construiu uma vida ao lado dele, ele construiu um mundo ao lado dela.
Ela tinha cabelos longos, ele usava óculos. Ela amava sol e ele preferia frio. Os dois cantavam de baixo do chuveiro e amavam quartos.
Ela imaginava o que as pessoas faziam pela janela da sala, ele comprava flores pra ela toda segunda-feira.
Ela dizia “eu te amo” pra ele toda vez que ele a ligava e ele ligava pra ela só pra ouvir o “eu te amo” dela.
Os dois deram muitas festas, foram a muitas festas e amavam rir com as besteiras dos amigos. Os dois se amavam e isso bastava.
Viajaram pra Austrália e voltaram pra casa contentes. Compravam moveis juntos, viviam juntos, gostavam de CDS e dvds na estante da sala.
Gostavam do gasto, da falta de juízo que havia neles e de bloquinhos amarelos.
Gostavam de lembranças, de verem gente se beijando em portas de festas e de vento.
Amavam-se e, isso já é o suficiente, não?
Por Priscila.
::o relógio marca 23:05!horário de verão babe!
huhuh
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e segunda tem aula, e cursos e uiuiauia.
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em clima de nostálgia por causa do filme "august rush".
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heath pra sempre o meu coringa.
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e good night, good night.::
ouvindo,kate nash.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
sobre uma menina e um mundo dentro de um baú.

Sobre uma menina e um mundo dentro de um baú.
Por: Priscila Valéria de Oliveira. [14 de fevereiro de 2008]
Ela é loira e sabe de tudo um pouco. É uma menina normal, ri com bobagens e chora em filmes, tem vícios em seriados, vai pra escola e tem uma família como qualquer menina normal.
Mais enquanto ela vive ela imagina um mundo em que ela é capaz de tudo. Ela imagina um mundo em sua própria casa, e qualquer simples objeto pode virar uma grande coisa.
Enquanto todos dormem, ela fecha os olhos e entra no baú da sua cama. Lá dentro ela encontra um mundo, em que ela sabe tudo. Mais a menina faz seu serviço muito rápido, já pensou que bagunça seria se seus pais acordassem e não visse ela na cama?
Assim, dentro do baú, ela descobre que tecnologia e investigação andam juntas. E que o mundo dentro do baú precisa dela.
De olhos fechados ela recebe missões, ela descobre segredos. De olhos fechados ela descobre coisas absurdas, resolve casos que a policia não é capaz. De olhos fechados ela acha pistas, pegadas que foram apagadas, esconderijos. De olhos fechados ela comanda missões, sabe o que as pessoas estão fazendo em suas casas. De olhos fechados ela sabe o porquê das pessoas sorrirem e chorarem. De olhos fechados ela descobre o nome escrito nos papeis de amigos secretos. De olhos fechados ela sabe qual amigo terá uma festa surpresa.
Dentro de seus olhos ela vê soluções, pessoas, histórias resolvidas.
Dentro de seu laboratório, ela vê através de câmeras escondidas nas casas das pessoas, o porquê delas sorrirem e chorarem.
Dentro de sua casa ela imagina uma profissão e um mundo cheio de novidades.
De olhos abertos ela ri com todos os casos solucionados. De olhos abertos ela escapa das perguntas “por que você ta rindo em frente ao computador?”, “quem fica batendo no piso da cozinha”?”Ou” por que você é cheia de mistérios e sabe um monte de coisa?”“.
De olhos abertos ela espera o momento para fechar os olhos. De olhos abertos ela vê uma vida esperando a noite.
Seu nome verdadeiro eu não posso revelar, afinal, ela é uma agente secreta e o nome que ela me passou pode não ser verdadeiro. Mais ela é aquela que ri com bobagens, chora em filmes, gosta de nerdices, tem um baú em sua cama, lugares secretos em sua casa e gosta de fechar os olhos. Mais não pensem em seu nome e sim na linda maneira que ela vive a vida.
Isso é sobre a menina que vive de olhos abertos e cria um mundo com os olhos fechados.
Isso é sobre alguém especial.
Isso é sobre uma menina com sonhos dentro de um baú na cama.
Por: Priscila Valéria de Oliveira. [14 de fevereiro de 2008]
Exclusivamente escrito para o blog.
E para a menina com um baú na cama.
Por: Priscila Valéria de Oliveira. [14 de fevereiro de 2008]
Ela é loira e sabe de tudo um pouco. É uma menina normal, ri com bobagens e chora em filmes, tem vícios em seriados, vai pra escola e tem uma família como qualquer menina normal.
Mais enquanto ela vive ela imagina um mundo em que ela é capaz de tudo. Ela imagina um mundo em sua própria casa, e qualquer simples objeto pode virar uma grande coisa.
Enquanto todos dormem, ela fecha os olhos e entra no baú da sua cama. Lá dentro ela encontra um mundo, em que ela sabe tudo. Mais a menina faz seu serviço muito rápido, já pensou que bagunça seria se seus pais acordassem e não visse ela na cama?
Assim, dentro do baú, ela descobre que tecnologia e investigação andam juntas. E que o mundo dentro do baú precisa dela.
De olhos fechados ela recebe missões, ela descobre segredos. De olhos fechados ela descobre coisas absurdas, resolve casos que a policia não é capaz. De olhos fechados ela acha pistas, pegadas que foram apagadas, esconderijos. De olhos fechados ela comanda missões, sabe o que as pessoas estão fazendo em suas casas. De olhos fechados ela sabe o porquê das pessoas sorrirem e chorarem. De olhos fechados ela descobre o nome escrito nos papeis de amigos secretos. De olhos fechados ela sabe qual amigo terá uma festa surpresa.
Dentro de seus olhos ela vê soluções, pessoas, histórias resolvidas.
Dentro de seu laboratório, ela vê através de câmeras escondidas nas casas das pessoas, o porquê delas sorrirem e chorarem.
Dentro de sua casa ela imagina uma profissão e um mundo cheio de novidades.
De olhos abertos ela ri com todos os casos solucionados. De olhos abertos ela escapa das perguntas “por que você ta rindo em frente ao computador?”, “quem fica batendo no piso da cozinha”?”Ou” por que você é cheia de mistérios e sabe um monte de coisa?”“.
De olhos abertos ela espera o momento para fechar os olhos. De olhos abertos ela vê uma vida esperando a noite.
Seu nome verdadeiro eu não posso revelar, afinal, ela é uma agente secreta e o nome que ela me passou pode não ser verdadeiro. Mais ela é aquela que ri com bobagens, chora em filmes, gosta de nerdices, tem um baú em sua cama, lugares secretos em sua casa e gosta de fechar os olhos. Mais não pensem em seu nome e sim na linda maneira que ela vive a vida.
Isso é sobre a menina que vive de olhos abertos e cria um mundo com os olhos fechados.
Isso é sobre alguém especial.
Isso é sobre uma menina com sonhos dentro de um baú na cama.
Por: Priscila Valéria de Oliveira. [14 de fevereiro de 2008]
Exclusivamente escrito para o blog.
E para a menina com um baú na cama.
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